Uma caneta ecológica!!!

Um dos objetivos deste blog é divulgar iniciativas que apresentem novas formas de se produzir artigos ou a produção de artigos menos poluentes. O primeiro post em que tratamos deste assunto foi sobre um novo tipo de caixa para tênis, “A caixa de tênis do futuro!!!”.

Por meio de um grupo de discussão no qual participo, tomei conhecimento de uma iniciativa nacional, para a produção de uma caneta ecológica, cujo corpo se decompõe em ambiente natural em apenas 180 dias.

E como isto é possível? A matéria prima para a fabricação do corpo da caneta é uma resina importada e extraída do amido de milho. Esta resina é fabricada pela empresa Cereplast Natural Plastic (www.cereplast.com), líder em desenvolvimento de plásticos renováveis. O processo de estudo e desenvolvimento da tecnologia aplicada ao desenvolvimento desta resina são patenteados.

Mais sobre a resina: O processo de fabricação das resinas Cereplast ocorre em um menor calor do que o necessário para a fabricação de plásticos tradicionais, reduzindo significativamente os custos de fabricação. O objetivo é buscar a substituição da resina à base de petróleo pela resina compostável em diversos níveis de fabricação.

Além de ser biodegradável, a Caneta Ecológica possui tampa antiasfixiante pois possui ranhuras que permitem a entrada de ar em casos de crianças engolirem a tampa, permitindo a entrada de ar.

A caneta biodegradável é a 1ª a ser produzida no Brasil.

Mais uma oportunidade para as empresas utilizarem mais esta iniciativa ecológica. Já pensaram quantas canetas são adquiridas e a quantidade deste tipo de lixo gerado ao longo dos anos?

Fontes:

Pedaladas ainda mais ecológicas!!!

Continuando a apresentação de textos sobre inovações para se gerar energia ao seu alcance, uma novidade para quem quer pedalar e carregar seu celular ao mesmo tempo!!

No dia 03 de Junho o fabricante de celulares e acessórios Nokia anunciou uma tecnologia ecologicamente correta cujo objetivo é a geração de energia para recarregar baterias de celular, com base na energia gerada pelas pedaladas da bicicleta. Nada melhor para os amantes da Natureza, que gostam de fazer longos passeios, mas não querem ficar sem comunicação. E o melhor de tudo: geração de energia gratuita!!!

E como funciona? Após ser colocado na bicicleta (ver foto), o carregador (Nokia Bicycle Charger) começa a funcionar quando a velocidade da bicicleta atingir 6 km/h e para quando a velocidade atinge 50 km/h. Para se ter uma idéia, a uma velocidade de 12 Km/h, seu carregador atuará de forma tão eficiente quanto os carregadores comuns!!! O melhor de aproveitamento do aparelho aparece em 25 km/h, quando o dispositivo mostra o máximo de desempenho e carrega o aparelho da melhor forma possível. O tempo total de recarga varia de acordo com o telefone e a velocidade do ciclista.

E como usar na bicicleta?

O kit é simples de instalar e se adapta a diferentes modelos de bicicletas e é composto por um dínamo, um carregador e um acessório para prender o celular à bicicleta. A partir da movimentação das rodas da bicicleta, será gerada energia para carregar o aparelho. Todos estes componentes podem ser facilmente removíveis quando você estacionar sua bicicleta.

É claro, o recarregador funciona apenas para os celulares da Nokia, mas apenas para aqueles com uma interface de recarga de 2 mm.

O carregador de celulares para bicicleta estará disponível para o público no segundo semestre deste ano e deve custar cerca de 15 euros (aproximadamente 40 reais).

 Fontes:

Energia alternativa ao alcance dos seus pés!!!

Quem já não teve o celular descarregado fora de casa, longe do carro, sem bateria sobressalente, durante uma conversa longa e super-importante?

Pelo mundo, já estão sendo feitas várias pesquisas e inventos para resolver seu problema!!! Esta semana estamos publicando algumas destas inovações, sendo que, algumas já são comerciais e outras não.

Imagine se durante uma caminhada na orla ou em um parque você pudesse, ao menos tempo, gerar energia para carregar seu celular?

O professor da Louisiana Tech University (LTU), Dr. Ville Kaajakari desenvolveu uma tecnologia que gera energia a partir de um pequeno gerador inserido na sola de um tênis. Esta inovação foi desenvolvida no Louisiana Tech’s Institute for Micromanufacturing (IfM), e é baseada em circuitos que, de forma eficiente, convertem impulsos piezoletétricos (aqueles gerados por nossos pés quando andamos) em voltagem própria para carregar baterias ou para carregar diretamente outros dispositivos eletrônicos, como celulares. Veja a figura abaixo.

Para este gerador, é utilizado um polímero de baixo custo que possui superfícies metalizadas para o contato elétrico. Ao contrário de transdutores (dispositivo que transforma um tipo de energia em outro) de cerâmica convencionais, o gerador é fabricado com um polímero macio e robusto, que se alinha às propriedades do material utilizado nos amortecedores dos tênis. O gerador pode então ser utilizado para absorver o impacto das pisadas, sem que os usuários notem diferença ao praticar atividades físicas.

O objetivo final é utilizar o sistema para abastecer celulares, MP3 players e outros dispositivos. Hoje este dispositivo ainda não gera quantidade de energia suficiente, ainda necessitando de mais investimento e pesquisa até chegar ao mercado.

Viajando um pouco nas idéias: imagina você correr na esteira e carregar seu celular, ipod, etc…

Fontes (figura e texto):

Incorporando as ecobags no seu dia-a-dia

Quando publiquei o post “Eu Adoro ecobags!!!!” recebi várias mensagens de amigos me relatando que possuem vontade de utilizar as ecobags, alguns até já compraram alguma, mas que acabam esquecendo a sacola em casa. Inclusive, meu amigo Rodrigo Cotrim escreveu um comentário no post relatando este desafio.

Como eu também passei por esta fase, resolvi divulgar as formas que utilizei para incorporar as ecobags no meu cotidiano.

Para compras do mercado ou hortifruti, eu deixo sempre no porta-luvas do carro, uma mini-sacola (ver foto), com 3 ecobags dobradinhas para aquelas compras de emergência. Não ocupa volume, como pode-se ver na foto ao lado.

Quando vamos fazer as compras mensais no mercado, aí sim conseguimos nos programar e levar um número de ecobags suficiente para todas as compras. No nosso caso, 7 ecobags é o suficiente.

Ao longo de um mês, identifiquei que recebemos mais sacolas plásticas em compras do dia-a-dia do que em compras de mercado. Na maior parte das vezes é possível recusar estas sacolas e colocar os itens comprados na própria bolsa. Porém, em alguns casos, as compras não cabem em uma bolsa comum. Então resolvi dobrar bem uma das sacolas retornáveis (ver fotos abaixo) e deixá-la dentro da minha bolsa, usar um saquinho plástico que veio na embalagem de presente quando ganhei uma pulseira. Não ocupa espaço e é muito mais prática, confortável de carregar e ecológica do que uma sacola plástica. A embalagem mede uns 10 cm.

 

E você? Conhece outras formas de levar ecobags? Compartilhe conosco!!! Envie comentários para o blog ou deixe uma mensagem no twitter @estiloecologico.

A Lamborghini e o uso de energia solar

 Na semana do meio ambiente, muito foi discutido e falado sobre energias renováveis. Fiz algumas pesquisas para passar para vocês, ao longo deste mês, alguns exemplos a serem observados pelas indústrias e pelo setor público.

Este post trata de um projeto de utilização de energia verde na fábrica da Lamborghini, localizada em Sant’Agata Bolognese, Itália. Para contextualizar, a Lamborghini é aquela famosa fabricante italiana de automóveis desportivos de luxo e de alto desempenho.

Um momento, fabricante de carros combina com a utilização de energias renováveis? Pois é, combina.

Mas falando sobre o projeto, que foi iniciado em 2007 e concluído em Fevereiro de 2010, o mesmo possibilita a redução em 30% de emissão de CO2, equivalente a mais de 1067 toneladas ao ano!!!

Foram realizadas, entre outras ações, a implantação de um sistema fotovoltaico de geração de energia, obtido através de placas solares (foto ao lado), e que possui potência total instalada de 1.4MV, produzindo energia verde de 1,582 MWh/ano reduzindo as emissões em 20%.

Toda a operação envolveu áreas importantes do negócio, tais como: planta de produção, setores de atendimento a clientes, setores de vendas, entre outros, ocupando uma área de mais de 17000 m2, ou seja, a mais de dois campos de futebol. A foto apresenta esta área vista do alto.

  

 E os outros 10% de redução de emissões? Estes foram atingidos por meio da aplicação de uma manta de isolamento térmico em todo o telhado da unidade de produção e outros tratamentos nos sistemas de iluminação e aquecimento da planta.

O sistema fotovoltaico foi criado pelo grupo espanhol Gestamp Asetym Solar especializado em gestão de energia doméstica e industrial e envolveu também a participação da Sinergia Sistemi S.p.A., que desenvolveu um plano de otimização energética para a Lamborghini, objetivando melhorar a eficiência da fábrica.

Concluindo, é possível sair da inércia no que se refere à utilização de energias alternativas!! Um bom planejamento e a realização de uma boa análise de viabilidade econômica sempre são fundamentais em projetos deste porte. Além do que a utilização de energias renováveis e outras ações para redução de emissões de poluentes são benéficas para a imagem de qualquer grande organização.

Este post serve como um desafio (e porque não uma oportunidade?) para as fábricas que pensam que não há benefício em se investir em energias alternativas ou que isto atrapalha seu processo de desenvolvimento ou pode acarretar em prejuízo.

Fontes das fotos e base para a elaboração do post:

Quero separar o lixo em casa. Como fazer?

 

Em função do post “Separei material para reciclar: e agora?”, muitas pessoas me relataram que os condomínios não estão fazendo a coleta seleteiva. Então, enquanto você tenta conscientizar os outros moradores do seu prédio a aprovarem as mudanças necessárias para separar o lixo e ter um local para armazenar o material até que uma cooperativa possa buscá-los, você pode começar seu dever de casa. De casa MESMO. Ou seja, separe o lixo em casa!

 Não, sua casa não vai virar filial de depósito de lixo, nem vai ficar cheirando como o caminhão da Comlurb.

 Um primeiro passo é decidir que você quer separar o material antes de colocá-lo na lata de lixo. Esta decisão, apesar de simples, é a mais importante. Com a mudança de hábito, tudo será mais fácil.

O segundo passo é o local para armazenar os resíduos.  Algumas pessoas reclamam não ter lixeiras próprias para a separação de lixo. Em uma busca rápida na internet, já encontrei duas:

Em casa, consideramos estas lixeiras com as divisões pequenas e estreitas (em relação a minha disponibilidade de ida à cooperativa) e optamos por uma solução alternativa: compramos 2 módulos de gaveteiros da Casa & Vídeo, totalizando 6 gavetas. Etiquetamos cada gaveta com os fins desejados a saber: papel, plástico, tetrapak, garrafa pet, latas, isopor, vidros. Abaixo a foto de nossa lixeira de recicláveis caseira! Nem parece lixeira, não é verdade? Ainda, esta cor clara combina com qualquer decoração :-)

A parte, continuamos utilizando outra lixeira para o material orgânico e para aquele que não é reciclável.

E como é o dia-a-dia? Quando eu preparo algo na cozinha e uso algum enlatado, a lata é lavada e colocada para secar. O mesmo para as garrafas pet e caixas tetra pak. O material é lavado, colocado para secar (na pia mesmo) e depois armazenado na gaveta correspondente. Sem mau cheiro, sem insetos.

Mais uma foto, mostrando uma das gavetas etiquetadas.

 O terceiro passo é dedicidir quando e onde entregar o material separado. Na minha casa, quinzenalmente, deixamos o material em uma cooperativa de catadores perto de casa. Veja o post “Separei material para reciclar: e agora?” que fornece dicas de onde deixar o material separado em casa.

 E você? Ainda está jogando tudo misturado na lixeira de sua casa? Já tentou implantar um programa de coleta seletiva em seu prédio?

     

É possível ser ecológica e ter estilo!!!

Já pensou em ter uma jóia ecologicamente correta? Fui a um evento onde havia exposição de BIOJÓIAS!! Mais especificamente Biojóias Amarjon que são peças elaboradas a partir de matéria orgânica tratada e banhada a ouro. Parece simples, não? Mas não é.

Conversando com Andréia Guidareli, representante da Amarjon (empresa mineira que fabrica as biojóias) aprendi que, além da jóia ser fabricada com matéria orgânica, há uma grande preocupação com a qualidade das peças e com a redução de emissão de CO2 no processo de produção das peças. Um exemplo de preocupação com a qualidade das peças se traduz na não utilização do níquel na produção de uma biojóia, garantindo que o resultado seja uma peça de ouro puro e completamente anti-alérgica. Sem o níquel na peça, há outra vantagem, pois este metal é conhecido por se depositar no corpo ao longo dos anos, podendo causar doenças degenerativas.

E com o que são produzidas as biojóias? Com folhas que caem de árvores, carrapichos e até escorpiões. Tudo com o devido licenciamento do IBAMA. Cada espécie de folha, antes de ser utilizada na produção de uma biojóia, passa por um processo de estudo pois algumas folhas, ao cair da árvore e serem desidratadas para a produção, se desfazem completamente. Atualmente são utilizadas as seguintes folhas na produção de biojóias: minurinha, amendoim do campo, quina, goiba serrana, goiabeira, pata de boi, norte de minas, avencão, arruda e louro. Além do carrapicho do mato, podem ser usadas também pedras semi preciosas e preciosas, todas vindas de Minas Gerais.

A utilização de escorpiões no processo de biojóias também atende a uma causa social, uma vez, que a espécie utilizada, o escorpião amarelo (terceira espécie mais venenosa da América Latina), é considerada uma praga na região de Juiz de Fora, Minas Gerais e ano passado matou mais de 200 pessoas em todo o Brasil. Por isso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou que três mil deles fossem capturados durante um ano. Estes são os utilizados na fabricação das peças.

E como empresa atuante no Ramo das biojóias, a Amarjon é uma empresa que se encontra em ritmo de expansão, provando que é possível ter uma empresa com processo produtivo integrado ao meio ambiente e que seja rentável.

Ao lado, mais uma foto, um par de brincos feitos a partir de carrapichos!! Não resisti e comprei.

Fontes:

Puffs com garrafas pet: e por que não?

Há até alguns anos, eu ouvia as pessoas associarem produtos feito com material reciclável a itens de baixa qualidade, mal feitos, de pouca beleza e até de baixa durabilidade. Ao decidir comprar alguns puffs para minha casa, resolvemos dar uma chance aos puffs feitos com garrafa pet.

Algumas lojas já oferecem estes puffs, inclusive na internet (ver uma lista no final deste post), mas eu optei por adquiri-los em uma ONG chamada “Guardiões do Mar” (guardioesdomar@guardioesdomar.org.br, 2605-8016), Eles fazem a reciclagem do plástico atirado no meio ambiente ou doado por empresas. Através de uma cooperativa criada por eles, a Modelarte, os cooperados recolhem esse plástico reciclado de empresas e criam peças como os puffs, onde para cada um. O melhor dos mundos, pois não utilizo puffs feitos com madeira e menos 32 garrafas pet são descartadas na Natureza.

Uma vantagem adicional: Na Guardiões do Mar, quando o comprador não quer mais o puff, é só ligar que eles buscam a peça, prensam o material e vendem para a indústria da reciclagem (fonte: “A valorização do que é justo”).

Sugiro que, para comprar este tipo de puff, deve-se ter a mesma preocupação que temos em relação a outras peças de decoração: utilizar uma loja confiável, verificar se o tipo de puff vendido vai combinar com a decoração de sua casa, quais as cores e tecidos combinam mais, etc. No meu caso, eu precisava de dois puffs na cor preta, bem básicos. Adquirimos durante um evento na Petrobras, num stand da ONG Guardiões do Mar. Encomendamos os puffs e em 2 semanas eles foram entregues.

Isto aconteceu há quase três anos. Até hoje os puffs não causaram nenhum problema, como deformação ou algo parecido. E olha que nós os usamos com frequência!!!

Lembro até que algumas pessoas achavam que o plástico atrairia insetos. Não, não atraiu.

Para quem gosta de fazer por conta própria, seguem alguns links que ensinam o passo-a-passo:

Atualmente existem várias lojas que vendem estes puffs de diversas cores, alguns infantis e outros personalizados, como podemos ver nas fotos abaixo…

Alguns locais que vendem puffs de garrafa pet:

A caixa de tênis do futuro!!!

Sabe aquele modelo de caixa de tênis, que salvo as estampas e cores, é sempre o mesmo? Já pensou o quanto de papel é gasto na fabricação destas caixas? Ou pior, já passou em frente a alguma sapataria à noite, em dia de coleta de lixo, e viu aquela pilha de caixas no lixo? E se já pudéssemos reusar a caixa logo após comprar o tênis?

Pois é, imagine se pudéssemos mudar o conceito da caixa de tênis tradicional, para algo menos poluente, mais verde?

Então, uma boa notícia para você: este movimento já começou!!! A Puma e a Fuseproject, empresa de design liderada por Yves Behar, fizeram exatamente isso em um projeto que durou 3 anos.

As caixas contribuem atualmente para milhões de toneladas de resíduos ao ano e, mesmo quando elas são reusadas, elas acabam rapidamente acabando no lixo. O desafio do projeto foi a criação de um novo conceito de caixa, que fosse voltado para a sustentabilidade e redução de dano ambiental.

O resultado? Vejam as fotos, que falam por si só.
PumaPuma

Algumas vantagens desta caixa :

  • O saco envolve a caixa de papelão interior, dando-lhe forma e reduzindo o uso do papelão em 65%, com relação à quantidade gasta em uma caixa de tênis padrão;
  • O próprio papelão interior pode ser utilizado de forma mais direta e eficiente no processo de fabricação de outras caixas;
  • não há o uso da caixa exterior brilhante, não há o papelão laminado que interfere na reciclagem e não há o papel de seda dentro;
  • não necessita mais da sacola plástica descartável. A bolsa em si é feita de PET reciclado e sem tecidos. O uso de tecidos aumenta a densidade e o uso de materiais que aumentam a intensidade e gastos na produção.

PumaE a PUMA, o que ganha com isto? Uma redução nos custos de água, energia e diesel para a produção das caixas na ordem de 60% ao ano!! Além disso, serão 8500 toneladas a menos de papel consumido, economia de 20 milhões de Mega Joules em energia, 1 milhão de litros a menos de óleo utilizado e 1 milhão de litros de água conservados. E isto só na parte de manufatura!

Na área de transporte, o peso leve da carga irá poupar outros 500.000 litros de combustível.

Ou seja, vale ou não a pena para uma empresa se planejar e agir pensando na sustentabilidade?

A PUMA estima para 2011 o lançamento do novo sistema de fabricação e distribuição destas caixas, mas eu já estou ansiosa por esta novidade ecológica. E que ela “contamine” os outros fabricantes de sapatos!!

Maiores detalhes deste projeto podem ser consultados nos sites abaixo, do qual foram extraídas as fotos e o material para este post:

Dia da Terra, Reutilização, Reciclagem e Redução: e eu com isso?

Criança com globo Hoje, dia 22 de Abril, é comemorado o Dia da Terra. E este blog trata de diversas questões ecológicas, como incorporar técnicas de Redução, Reutilização e Reciclagem no cotidiano de pessoas e empresas.

E você pode pensar: E o que eu tenho a ver com isto?

Recentemente tivemos uma tragédia no estado do Rio de Janeiro, onde na cidade de Niterói houve um deslizamento gigantesco, com diversas fatalidades, pois uma comunidade tinha suas casas construídas em cima de um antigo aterro sanitário. Na reportagem “Estado do Rio possui ao menos 98 lixões irregulares” é relatado um número alarmante, que muita gente desconhecia.

E se cada um de nós, pessoas físicas e/ou jurídicas se preocupasse um pouco mais com o que sai de nossas casas e empresas? E se parte deste lixo pudesse ser reciclado e reduzisse os custos de produção em diversas indústrias?

Teríamos um impacto ambiental menor (menos poluição em nossos solos, água e ar), indústrias mais lucrativas, uma menor necessidade de depósitos de lixo e até menos pessoas construindo casas em lixões!!!

Maos com globoDiversas empresas já investem em projetos e pensam em como diminuir a geração de resíduos e até em aproveitar parte destes em suas próprias fábricas.

Cá entre nós, você ainda pensa: “E o que eu tenho a ver com isto?”?